quarta-feira, 6 de março de 2013

Que cuidados devo ter?


Tipo de blogue
Ao iniciar-se no mundo dos blogues, tenha em atenção alguns pormenores importantes: o fornecedor do serviço parece-lhe idóneo? A declaração de privacidade permite-lhe salvaguardar os seus direitos? É fornecido algum e-mail para solicitar ajuda caso necessite? Verifique também se há custos associados ao blogue: embora haja servidores que ofereçam blogues gratuitamente, outros são pagos. Evite surpresas lendo atentamente as condições de adesão. Por fim, defina que temas se irão enquadrar no seu blogue, a fim de ajudar os potenciais leitores a decidir se querem voltar a ler os seus artigos ou não.

Navegue
Conhecer os outros blogues do servidor que pretende usar é a melhor forma de saber que funcionalidades permite, que autores recorrem aos seus serviços e que tipo de respostas existem por parte dos leitores. Se não gostar dos blogues que vir, considere a hipótese de aderir a outro servidor.
Não disponibilize informação privada inadvertidamente
Os riscos são naturalmente maiores para os mai jovens. Há predadores online que procuram nos conteúdos dos blogues as fraquezas das suas potenciais vítimas, bem como dados que os levem a elas pessoalmente. Lembre-se que basta uma referência ao tempo (“está frio aqui em Coimbra,” por exemplo) para aproximar um pouco mais alguém indesejado.

Não forneça a sua palavra-passe a terceiros
Tal como para outras funcionalidades da Internet, deverá tratar a sua palavra-passe com todo o cuidado, para evitar que o seu blogue seja apropriado indevidamente por terceiros.

Tenha atenção aos links que coloca
Os links que colocar no seu blogue podem fornecer informações pessoais a seu respeito que não pretende distribuir.
Por exemplo, se referir que é estudante e colocar um link da sua escola, será fácil a um eventual desconhecido intencionado encontrá-lo(a).

Coloque um endereço de correio electrónico genérico
Evite moradas de e-mail que possam levar à sua identificação pessoal, como o seu nome, ou indicação do seu local de trabalho. Opte por um endereço de correio electrónico generalista que não forneça dados identificativos.

Defina regras e fronteiras
Estas regras não precisam de ser explícitas, isto é, não precisam de estar à vista de todos. Defina o que, para si, é aceitável enquanto bloguista: ao permitir comentários por parte dos seus leitores, que tipos de comentários são mantidos e que comentários são apagados e desencorajados? Que tipo de linguagem vai usar nos seus artigos?

Defina também que tipo de informação vai partilhar. Um bloguista é o autor e proprietário dos conteúdos do blogue e, como tal, apenas deve escrever aquilo com que se sente confortável. Um dado importante a reter é que, caso defina o seu blogue como público, este poderá ser visto por um variado público, e a informação poderá chegar a quem não deseja, portanto, tenha em atenção ao que escreve.

Os menores devem definir os seus blogues como privados, de modo a serem apenas acedidos por pessoas autorizadas. O educador deve aceder ao blogue com alguma frequência e certificar-se que não há conteúdos inapropriados, ofensivos ou perigosos para o jovem.

Imagens pessoais
Colocar imagens pessoais num blogue pode ser perigoso, pois podem permitir identificar o bloguista e os locais habituais que frequenta. Esta regra aplica-se tanto à imagem no perfil que representa o bloguista (“avatar”) como às que são colocadas nos artigos. As crianças e adolescentes bloguistas não devem colocar quaisquer tipo de imagens pessoais na Internet, para evitar a perseguição por parte de predadores online. Se, ainda assim, o utilizador desejar colocar imagens pessoais no seu blogue e estas focarem terceiros, deverá pedir a autorização a essas pessoas antes de o fazer.

Tenha planos para o caso de as coisas correrem mal
Se, apesar de todos os cuidados, houver alguém a enviar ameaças para o seu blogue, tenha à mão um plano de acção:
  • O que pode fazer?
  • Quem pode contactar?
  • Registe todos os conteúdos relevantes, tais como os artigos mencionados, o autor das ameaças e as horas das ameaças, e aja de forma a proteger-se.
Quaisquer que sejam os seus planos, envolva sempre terceiros neste processo: se achar que a sua vida está a ser prejudicada ou se sente desconfortável com o que se está a passar com o seu blogue, fale com amigos, com as autoridades apropriadas ou com outros bloguistas, que podem partilhar consigo sugestões ou experiências passadas.

Moderadores para os menores de idade
Se o autor do blogue for um menor, cabe ao educador o papel de moderador. Esteja atento ao que o seu educando escreve no blogue, como o faz e que tipos de conteúdos coloca. Envolva-se nas actividades online dele e ajude-o a tomar decisões conscientes e educadas, de modo a não se colocar em risco ou provocar desentendimentos com terceiros.

COMPUTADOR MOLHADO EVITA DESPERDÍCIO


Computador refrigerado a água
Supercomputadores já são resfriados a água há muito tempo, uma tecnologia que foi passada para os computadores de mesa assim que os processadores ameaçaram beirar a casa dos 100º C.
Mas um computador cujos processadores são literalmente imersos em líquido é uma novidade.
O resfriamento a água tradicional usa dissipadores metálicos que transferem o calor dos processadores para um circuito fechado de água - o calor capturado no chip passa para a água e é retirado dela por um radiador.
O professor Jon Summers, da Universidade de Leeds, na Grã Bretanha, resolveu adotar um enfoque mais ousado.
"A refrigeração dos servidores é tradicionalmente feita utilizando ventiladores e unidades de ar condicionado, mas o ar é um ótimo isolante [térmico]. É por isso que o utilizamos em janelas com vidros duplos. Por que você iria usar ar para resfriar um servidor?" argumenta ele.
Computador molhado evita desperdício de energia  
(O Iceotop usa apenas 80 watts de potência para retirar todo o calor de um servidor que consome 20 kilowatts. [Imagem: University of Leeds)
Refrigerante líquido não inflamável
Todos os componentes do novo servidor, chamado Iceotop, estão completamente imersos em um líquido especial.
A nova técnica permitiu substituir as ventoinhas por um sistema de exaustão líquido que funciona inteiramente baseado no processo natural de convecção do calor.
Além de totalmente silencioso, o processo está apresentando uma eficiência no resfriamento muito elevada, variando entre 80 e 97%.
O Iceotop usa apenas 80 watts de potência para retirar todo o calor de um servidor que consome 20 kilowatts.
"O líquido que estamos usando é extraordinário. Você pode jogar seu celular em uma vasilha cheia dele e o telefone vai continuar funcionando perfeitamente. Mas o importante para o futuro da computação e da internet é que ele é mais de 1.000 vezes mais eficaz na troca de calor do que o ar," disse Summers.
O refrigerante líquido não inflamável, chamado 3M Novec, pode ficar em contato direto com os circuitos eletrônica porque ele não conduz eletricidade.
Computador molhado evita desperdício de energia
O professor Jon Summers jogou o próprio celular no líquido usado para refrigerar o computador, e mostrou que ele continua funcionando, inclusive filmando tudo ao redor. [Imagem: University of Leeds]
Reaproveitamento do calor
O líquido trocador de calor fica em contato direto com os processadores e todos os demais circuitos dos diversos módulos do servidor.
Uma bomba simples e de baixa potência, situada na parte inferior do rack do servidor, bombeia um refrigerante secundário (água) até o topo do gabinete, de onde ela desce por gravidade, passando por todos os 48 módulos.
A água passa por trocadores de calor dentro do gabinete para capturar o calor do refrigerante primário e passá-lo para um terceiro líquido refrigerante, este ligado a um circuito externo, que leva o calor para fora, onde ele pode ser disperso no ambiente ou reutilizado.
Devido à alta eficiência de refrigeração do sistema, a água de saída atinge temperaturas de até 50º C, podendo ser utilizado para aquecimento, geração termoelétrica ou outros usos.
Consumo dos data-centers
Esta é ótima notícia para as centrais de dados (data-centers), que estão cada vez maiores e com um consumo de energia que já rivaliza com pequenas cidades.
Um relatório de 2011 da consultoria Datacenter Dynamics estima que os data-centers de todo o mundo consomem 31 gigawatts de energia, o equivalente a cerca de metade do pico de consumo do Reino Unido inteiro.
Um relatório de 2008 da McKinsey and Company projeta que as emissões de carbono das centrais de dados vai quadruplicar até 2020 e um estudo realizado pelo jornal New York Times, publicado no final do ano passado, criticou a indústria não pelo consumo, mas pelo desperdício de energia.

Para criar uma senha mais segura, escreva errado !


Ao lado de datas de aniversário, nomes de animais de estimação e sequências numéricas ascendentes, acrescente mais uma coisa para a lista de "nunca usar" na criação de novas senhas: boa gramática.
Um algoritmo desenvolvido por Ashwini Rao e seus colegas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, facilita o trabalho de quebrar senhas longas que fazem sentido gramatical - como uma frase inteira - mesmo que elas sejam intercaladas com números e símbolos.
Essasenhanãoéboa
O algoritmo de Rao faz suposições combinando palavras e frases retiradas de bancos de dados de quebra de senha, para formar frases gramaticalmente corretas.
Enquanto outros programas de quebra de senha fazem múltiplas suposições baseando-se em cada palavra do dicionário, nenhum desses programas dá o salto para combinar múltiplas palavras ou frases de uma forma que faça sentido gramatical.
Por exemplo, ao pegar a palavra "gato" no dicionário, os programas atuais tentam "gato", "gatos", "gatosgatos" ou "gatootag". Mas nenhum tenta algo como "eutenhodoisgatos", por exemplo.
Cerca de 10% das senhas longas que Rao e sua equipe testaram foram quebradas usando exclusivamente seus métodos sensíveis à gramática, batendo de longe outros algoritmos de cracking bem conhecidos, como John the Ripper e Hashcat.
Poder de processamento
Conforme o poder de processamento continua a cair de preço, escolher senhas que são facilmente memorizadas, mas seguras, está cada vez mais difícil.
Um computador de primeira linha, que pode ser comprado no comércio por algo em torno de R$6.000,00, poderá fazer 33.000 milhões de suposições de senha a cada segundo, se estiver executando algoritmos apropriados.
Os pesquisadores sugerem que outros tipos de estruturas gramaticais familiares, como endereços postais, endereços de e-mail e URLs também podem representar senhas menos seguras, mesmo se forem bem longas.
     







O que é Inteligência Artificial?

Saiba o que é esta área da ciência que causa bastante controvérsia.


Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente.
Existente há décadas, esta área da ciência é grandemente impulsionada com o rápido desenvolvimento da informática e da computação, permitindo que novos elementos sejam rapidamente agregados à IA.
História
Iniciada dos anos 1940, a pesquisa em torno desta incipiente ciência eram desenvolvidas apenas para procurar encontrar novas funcionalidades para o computador, ainda em projeto. Com o advento da Segunda Guerra Mundial, surgiu também a necessidade de desenvolver a tecnologia para impulsionar a indústria bélica.
Com o passar do tempo, surgem várias linhas de estudo da IA, uma delas é a biológica, que estuda o desenvolvimento de conceitos que pretendiam imitar as redes neurais humanas. Na verdade, é nos anos 60 em que esta ciência recebe a alcunha de Inteligência Artificial e os pesquisadores da linha biológica acreditavam ser possível máquinas realizarem tarefas humanas complexas, como raciocinar.
Inteligência ArtificialDepois de um período negro, os estudos sobre redes neurais volta à tona nos anos 1980, mas é nos anos de 1990 que ela tem um grande impulso, consolidando-a verdadeiramente como a base dos estudos da IA.
IA na vida real
Hoje em dia, são várias as aplicações na vida real da Inteligência Artificial: jogos, programas de computador, aplicativos de segurança para sistemas informacionais, robótica (robôs auxiliares), dispositivos para reconhecimentos de escrita a mão e reconhecimento de voz, programas de diagnósticos médicos e muito mais.
IA na ficção
Um tema bastante recorrente em histórias de ficção científica, a Inteligência Artifical está presente em livros, desenhos animados e filmes. Um autor de grande destaque nesta área é o russo Isaac Asimov, autor de histórias de sucesso como O Homem Bicentenário e Eu, Robô. Ambas receberam adaptação para o cinema. Outra história que caiu nas graças do público foi AI: Inteligência Artificial, dirigido por Steven Spielberg.
Porém, nem tudo são flores na visão daqueles que levam a IA para a ficção. Filmes como 2001: Uma Odisséia no Espaço, dirigido por Stanley Kubrick, Matrix, de Andy e Larry Wachowski, e Exterminador do Futuro, dirigido por James Cameron, mostram como a humanidade pode ser subjugada por máquinas que conseguem pensar como o ser humano e ser mais frias e indiferentes a vida do que seus semelhantes de carne e osso.
A controvérsia
Máquinas pensando e agindo como humanos.. será?Baseando-se em histórias fictícias como as citadas anteriormente, não é difícil imaginar o caos que poderá ser causado por seres de metal, com um enorme poder físico e de raciocínio, agindo independentemente da vontade humana. Guerras desleais, escravidão e até mesmo a extinção da humanidade estão no rol das conseqüências da IA.
Por outro lado, robôs inteligentes podem ser de grande utilidade na medicina, diminuindo o número de erros médicos, na exploração de outros planetas, no resgate de pessoas soterradas por escombros, além de sistemas inteligentes para resolver cálculos e realizar pesquisas que poderão encontrar cura de doenças.
Como pode ser notado, a Inteligência Artificial é um tema complexo e bastante controverso. São diversos os pontos a favor e contra e cada lado tem razão em suas afirmações. Cabe a nós esperar que, independente dos rumos que os estudos sobre IA tomem, eles sejam guiados pela ética e pelo bom senso.



terça-feira, 5 de março de 2013