quarta-feira, 6 de março de 2013

Que cuidados devo ter?


Tipo de blogue
Ao iniciar-se no mundo dos blogues, tenha em atenção alguns pormenores importantes: o fornecedor do serviço parece-lhe idóneo? A declaração de privacidade permite-lhe salvaguardar os seus direitos? É fornecido algum e-mail para solicitar ajuda caso necessite? Verifique também se há custos associados ao blogue: embora haja servidores que ofereçam blogues gratuitamente, outros são pagos. Evite surpresas lendo atentamente as condições de adesão. Por fim, defina que temas se irão enquadrar no seu blogue, a fim de ajudar os potenciais leitores a decidir se querem voltar a ler os seus artigos ou não.

Navegue
Conhecer os outros blogues do servidor que pretende usar é a melhor forma de saber que funcionalidades permite, que autores recorrem aos seus serviços e que tipo de respostas existem por parte dos leitores. Se não gostar dos blogues que vir, considere a hipótese de aderir a outro servidor.
Não disponibilize informação privada inadvertidamente
Os riscos são naturalmente maiores para os mai jovens. Há predadores online que procuram nos conteúdos dos blogues as fraquezas das suas potenciais vítimas, bem como dados que os levem a elas pessoalmente. Lembre-se que basta uma referência ao tempo (“está frio aqui em Coimbra,” por exemplo) para aproximar um pouco mais alguém indesejado.

Não forneça a sua palavra-passe a terceiros
Tal como para outras funcionalidades da Internet, deverá tratar a sua palavra-passe com todo o cuidado, para evitar que o seu blogue seja apropriado indevidamente por terceiros.

Tenha atenção aos links que coloca
Os links que colocar no seu blogue podem fornecer informações pessoais a seu respeito que não pretende distribuir.
Por exemplo, se referir que é estudante e colocar um link da sua escola, será fácil a um eventual desconhecido intencionado encontrá-lo(a).

Coloque um endereço de correio electrónico genérico
Evite moradas de e-mail que possam levar à sua identificação pessoal, como o seu nome, ou indicação do seu local de trabalho. Opte por um endereço de correio electrónico generalista que não forneça dados identificativos.

Defina regras e fronteiras
Estas regras não precisam de ser explícitas, isto é, não precisam de estar à vista de todos. Defina o que, para si, é aceitável enquanto bloguista: ao permitir comentários por parte dos seus leitores, que tipos de comentários são mantidos e que comentários são apagados e desencorajados? Que tipo de linguagem vai usar nos seus artigos?

Defina também que tipo de informação vai partilhar. Um bloguista é o autor e proprietário dos conteúdos do blogue e, como tal, apenas deve escrever aquilo com que se sente confortável. Um dado importante a reter é que, caso defina o seu blogue como público, este poderá ser visto por um variado público, e a informação poderá chegar a quem não deseja, portanto, tenha em atenção ao que escreve.

Os menores devem definir os seus blogues como privados, de modo a serem apenas acedidos por pessoas autorizadas. O educador deve aceder ao blogue com alguma frequência e certificar-se que não há conteúdos inapropriados, ofensivos ou perigosos para o jovem.

Imagens pessoais
Colocar imagens pessoais num blogue pode ser perigoso, pois podem permitir identificar o bloguista e os locais habituais que frequenta. Esta regra aplica-se tanto à imagem no perfil que representa o bloguista (“avatar”) como às que são colocadas nos artigos. As crianças e adolescentes bloguistas não devem colocar quaisquer tipo de imagens pessoais na Internet, para evitar a perseguição por parte de predadores online. Se, ainda assim, o utilizador desejar colocar imagens pessoais no seu blogue e estas focarem terceiros, deverá pedir a autorização a essas pessoas antes de o fazer.

Tenha planos para o caso de as coisas correrem mal
Se, apesar de todos os cuidados, houver alguém a enviar ameaças para o seu blogue, tenha à mão um plano de acção:
  • O que pode fazer?
  • Quem pode contactar?
  • Registe todos os conteúdos relevantes, tais como os artigos mencionados, o autor das ameaças e as horas das ameaças, e aja de forma a proteger-se.
Quaisquer que sejam os seus planos, envolva sempre terceiros neste processo: se achar que a sua vida está a ser prejudicada ou se sente desconfortável com o que se está a passar com o seu blogue, fale com amigos, com as autoridades apropriadas ou com outros bloguistas, que podem partilhar consigo sugestões ou experiências passadas.

Moderadores para os menores de idade
Se o autor do blogue for um menor, cabe ao educador o papel de moderador. Esteja atento ao que o seu educando escreve no blogue, como o faz e que tipos de conteúdos coloca. Envolva-se nas actividades online dele e ajude-o a tomar decisões conscientes e educadas, de modo a não se colocar em risco ou provocar desentendimentos com terceiros.

COMPUTADOR MOLHADO EVITA DESPERDÍCIO


Computador refrigerado a água
Supercomputadores já são resfriados a água há muito tempo, uma tecnologia que foi passada para os computadores de mesa assim que os processadores ameaçaram beirar a casa dos 100º C.
Mas um computador cujos processadores são literalmente imersos em líquido é uma novidade.
O resfriamento a água tradicional usa dissipadores metálicos que transferem o calor dos processadores para um circuito fechado de água - o calor capturado no chip passa para a água e é retirado dela por um radiador.
O professor Jon Summers, da Universidade de Leeds, na Grã Bretanha, resolveu adotar um enfoque mais ousado.
"A refrigeração dos servidores é tradicionalmente feita utilizando ventiladores e unidades de ar condicionado, mas o ar é um ótimo isolante [térmico]. É por isso que o utilizamos em janelas com vidros duplos. Por que você iria usar ar para resfriar um servidor?" argumenta ele.
Computador molhado evita desperdício de energia  
(O Iceotop usa apenas 80 watts de potência para retirar todo o calor de um servidor que consome 20 kilowatts. [Imagem: University of Leeds)
Refrigerante líquido não inflamável
Todos os componentes do novo servidor, chamado Iceotop, estão completamente imersos em um líquido especial.
A nova técnica permitiu substituir as ventoinhas por um sistema de exaustão líquido que funciona inteiramente baseado no processo natural de convecção do calor.
Além de totalmente silencioso, o processo está apresentando uma eficiência no resfriamento muito elevada, variando entre 80 e 97%.
O Iceotop usa apenas 80 watts de potência para retirar todo o calor de um servidor que consome 20 kilowatts.
"O líquido que estamos usando é extraordinário. Você pode jogar seu celular em uma vasilha cheia dele e o telefone vai continuar funcionando perfeitamente. Mas o importante para o futuro da computação e da internet é que ele é mais de 1.000 vezes mais eficaz na troca de calor do que o ar," disse Summers.
O refrigerante líquido não inflamável, chamado 3M Novec, pode ficar em contato direto com os circuitos eletrônica porque ele não conduz eletricidade.
Computador molhado evita desperdício de energia
O professor Jon Summers jogou o próprio celular no líquido usado para refrigerar o computador, e mostrou que ele continua funcionando, inclusive filmando tudo ao redor. [Imagem: University of Leeds]
Reaproveitamento do calor
O líquido trocador de calor fica em contato direto com os processadores e todos os demais circuitos dos diversos módulos do servidor.
Uma bomba simples e de baixa potência, situada na parte inferior do rack do servidor, bombeia um refrigerante secundário (água) até o topo do gabinete, de onde ela desce por gravidade, passando por todos os 48 módulos.
A água passa por trocadores de calor dentro do gabinete para capturar o calor do refrigerante primário e passá-lo para um terceiro líquido refrigerante, este ligado a um circuito externo, que leva o calor para fora, onde ele pode ser disperso no ambiente ou reutilizado.
Devido à alta eficiência de refrigeração do sistema, a água de saída atinge temperaturas de até 50º C, podendo ser utilizado para aquecimento, geração termoelétrica ou outros usos.
Consumo dos data-centers
Esta é ótima notícia para as centrais de dados (data-centers), que estão cada vez maiores e com um consumo de energia que já rivaliza com pequenas cidades.
Um relatório de 2011 da consultoria Datacenter Dynamics estima que os data-centers de todo o mundo consomem 31 gigawatts de energia, o equivalente a cerca de metade do pico de consumo do Reino Unido inteiro.
Um relatório de 2008 da McKinsey and Company projeta que as emissões de carbono das centrais de dados vai quadruplicar até 2020 e um estudo realizado pelo jornal New York Times, publicado no final do ano passado, criticou a indústria não pelo consumo, mas pelo desperdício de energia.

Para criar uma senha mais segura, escreva errado !


Ao lado de datas de aniversário, nomes de animais de estimação e sequências numéricas ascendentes, acrescente mais uma coisa para a lista de "nunca usar" na criação de novas senhas: boa gramática.
Um algoritmo desenvolvido por Ashwini Rao e seus colegas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, facilita o trabalho de quebrar senhas longas que fazem sentido gramatical - como uma frase inteira - mesmo que elas sejam intercaladas com números e símbolos.
Essasenhanãoéboa
O algoritmo de Rao faz suposições combinando palavras e frases retiradas de bancos de dados de quebra de senha, para formar frases gramaticalmente corretas.
Enquanto outros programas de quebra de senha fazem múltiplas suposições baseando-se em cada palavra do dicionário, nenhum desses programas dá o salto para combinar múltiplas palavras ou frases de uma forma que faça sentido gramatical.
Por exemplo, ao pegar a palavra "gato" no dicionário, os programas atuais tentam "gato", "gatos", "gatosgatos" ou "gatootag". Mas nenhum tenta algo como "eutenhodoisgatos", por exemplo.
Cerca de 10% das senhas longas que Rao e sua equipe testaram foram quebradas usando exclusivamente seus métodos sensíveis à gramática, batendo de longe outros algoritmos de cracking bem conhecidos, como John the Ripper e Hashcat.
Poder de processamento
Conforme o poder de processamento continua a cair de preço, escolher senhas que são facilmente memorizadas, mas seguras, está cada vez mais difícil.
Um computador de primeira linha, que pode ser comprado no comércio por algo em torno de R$6.000,00, poderá fazer 33.000 milhões de suposições de senha a cada segundo, se estiver executando algoritmos apropriados.
Os pesquisadores sugerem que outros tipos de estruturas gramaticais familiares, como endereços postais, endereços de e-mail e URLs também podem representar senhas menos seguras, mesmo se forem bem longas.
     







O que é Inteligência Artificial?

Saiba o que é esta área da ciência que causa bastante controvérsia.


Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente.
Existente há décadas, esta área da ciência é grandemente impulsionada com o rápido desenvolvimento da informática e da computação, permitindo que novos elementos sejam rapidamente agregados à IA.
História
Iniciada dos anos 1940, a pesquisa em torno desta incipiente ciência eram desenvolvidas apenas para procurar encontrar novas funcionalidades para o computador, ainda em projeto. Com o advento da Segunda Guerra Mundial, surgiu também a necessidade de desenvolver a tecnologia para impulsionar a indústria bélica.
Com o passar do tempo, surgem várias linhas de estudo da IA, uma delas é a biológica, que estuda o desenvolvimento de conceitos que pretendiam imitar as redes neurais humanas. Na verdade, é nos anos 60 em que esta ciência recebe a alcunha de Inteligência Artificial e os pesquisadores da linha biológica acreditavam ser possível máquinas realizarem tarefas humanas complexas, como raciocinar.
Inteligência ArtificialDepois de um período negro, os estudos sobre redes neurais volta à tona nos anos 1980, mas é nos anos de 1990 que ela tem um grande impulso, consolidando-a verdadeiramente como a base dos estudos da IA.
IA na vida real
Hoje em dia, são várias as aplicações na vida real da Inteligência Artificial: jogos, programas de computador, aplicativos de segurança para sistemas informacionais, robótica (robôs auxiliares), dispositivos para reconhecimentos de escrita a mão e reconhecimento de voz, programas de diagnósticos médicos e muito mais.
IA na ficção
Um tema bastante recorrente em histórias de ficção científica, a Inteligência Artifical está presente em livros, desenhos animados e filmes. Um autor de grande destaque nesta área é o russo Isaac Asimov, autor de histórias de sucesso como O Homem Bicentenário e Eu, Robô. Ambas receberam adaptação para o cinema. Outra história que caiu nas graças do público foi AI: Inteligência Artificial, dirigido por Steven Spielberg.
Porém, nem tudo são flores na visão daqueles que levam a IA para a ficção. Filmes como 2001: Uma Odisséia no Espaço, dirigido por Stanley Kubrick, Matrix, de Andy e Larry Wachowski, e Exterminador do Futuro, dirigido por James Cameron, mostram como a humanidade pode ser subjugada por máquinas que conseguem pensar como o ser humano e ser mais frias e indiferentes a vida do que seus semelhantes de carne e osso.
A controvérsia
Máquinas pensando e agindo como humanos.. será?Baseando-se em histórias fictícias como as citadas anteriormente, não é difícil imaginar o caos que poderá ser causado por seres de metal, com um enorme poder físico e de raciocínio, agindo independentemente da vontade humana. Guerras desleais, escravidão e até mesmo a extinção da humanidade estão no rol das conseqüências da IA.
Por outro lado, robôs inteligentes podem ser de grande utilidade na medicina, diminuindo o número de erros médicos, na exploração de outros planetas, no resgate de pessoas soterradas por escombros, além de sistemas inteligentes para resolver cálculos e realizar pesquisas que poderão encontrar cura de doenças.
Como pode ser notado, a Inteligência Artificial é um tema complexo e bastante controverso. São diversos os pontos a favor e contra e cada lado tem razão em suas afirmações. Cabe a nós esperar que, independente dos rumos que os estudos sobre IA tomem, eles sejam guiados pela ética e pelo bom senso.



terça-feira, 5 de março de 2013

Só tem o direito de criticar aquele que pretende ajudar - Abraham Lincoln 
A diferença entre o inteligente e o sábio, é que o sábio pensa em longo prazo. - Rui Barbosa

INFORMÁTICA EDUCATIVA


O objetivo da informática educativa é utilizar o computador como recurso didático para as práticas pedagógicas nos diversos componentes curriculares, incentivando a descoberta tanto do aluno quanto do professor e preocupando-se com "quando", "por que" e "como" usar a informática para que a mesma contribua efetivamente para a construção do conhecimento.
Embora muitas escolas possuam essas tecnologias disponíveis, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas longe do manuseio de alunos e professores. Esta parceria entre educação e tecnologia é muito dificil de ser efetivada. No que se refere a tecnologia digitais, principalmente, os professores mais conservadores tem dificuldade de interação. Eles já admitem utilizar o computador e a internet para preparar suas aulas,mas não conseguem ainda utilizar os mesmos na sua atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico.
Alguns professores ainda temem o uso da informática como recurso pedagógico na educação. Ou por medo do novo, ou por ver a informática como algo difícil para trabalhar. É comum encontrar alunos que conhecem mais o computador do que os seus próprios professores. Contudo, o computador não veio para dificultar a vida das pessoas, mas sim para ajudar e facilitar muitas atividades que seriam difíceis de serem realizadas sem a informática, como organização de notas dos alunos em planilha eletrônica, produção e correção de trabalho, educação à distância, interatividade no aprendizado, envio arquivos digitais instantâneo entre outros.
Oferecer recursos aos professores para facilitar a gestão da educação pode ter bons retornos no futuro. Sabe-se que o desenvolvimento da educação é um investimento ao longo prazo. É preciso investir na capacitação dos alunos, mas é importante encontrar meios que atraiam a vontade do aluno em querer aprender e freqüentar a escola.
É importante que os agentes de ensino definam atividades em que os alunos utilizem o computador como recurso didático e pedagógico. As aulas devem ser planejadas antes que sejam aplicadas em ambiente computacional. Nesse contexto, a abordagem contrucionista - em que o aluno constrói algo utilizando o computador como meio - tem sido utilizada com grande sucesso.[1]Para que se implemente uma política eficiente de ensino especializado em informática, não basta saber utilizar bem as ferramentas. É desejável que gestores e professores tenham um planejamento consistente e objetivos bem definidos a fim de se alcançar resultados adequados. Naturalmente, a formação em Informática educativa pode colaborar muito nesse sentido.
Entre outros cuidados, é necessário, quando se programa uma atividade para o ensino da informática, que os objetivos a serem atingidos sejam expostos aos alunos. A elaboração das atividades deve considerar como atingir os resultados almejados, quão significativa será a aprendizagem proporcionada pela situação a ser criada e se os recursos a serem utilizados são os mais adequados.
Ficheiro:Informatica-educativa.png

O verdadeiro internauta

Não pede ajuda, tecla F1.
Não rouba, executa operação ilegal.
Não esquece, deleta.
Não evolui, faz upgrade.
Não tem cérebro, tem gerenciador de dispositivos.
Não guarda rancor, faz backup das mágoas.
Não tem raízes, tem configurações regionais.
Não gosta de mulher conservadora, prefere as de configuração avançada.
Não gosta de prostitutas, prefere garotas de programa.
Não exagera, maximiza.
Não tem motorista, tem driver.
Só fica em segundo plano pra configurar papel de parede.
Quando está com gripe, toma antivírus.

Ideias ecológicas a partir da diversidade de modelos de transporte









http://www.aderjurumirim.org/site/noticias/Ideias-ecologicas-a-partir-da-diversidade-de-modelos-de-transporte/1623.html

[ inovar é preciso ] =D





Quando a tecnologia muda a visão de mundo

Quando a tecnologia nos permite ver mais longe, visões de mundo podem colapsar

Já são passados 400 anos desde que dois feitos mudaram para sempre a nossa relação com o cosmo. Apesar de um deles ser bem mais famoso do que o outro, ambos contribuíram radicalmente para a mudança de visão de mundo que inaugurou a era copernicana do conhecimento, quando a Terra (e o homem) deixaram de ser o centro -geométrico e teológico- do Universo. Pois mesmo que o polonês Nicolau Copérnico tenha publicado o seu grande livro "Sobre as Revoluções das Esferas Celestes" em 1543, o impacto de suas ideias só se deu após o trabalho audacioso de Galileu Galilei e Johannes Kepler, que culminou na publicação de dois livros, em 1609 e 1610.
Vale a pena pôr as coisas em perspectiva. O que Galileu e Kepler (e, em parte, Giordano Bruno, Descartes e outros) conseguiram foi mudar a perspectiva cósmica de sua época, redefinindo o lugar da religião na vida das pessoas. Como disse Galileu, a Bíblia deve ensinar às pessoas como ir aos céus e não como os céus vão.
A partir da obra deles, ficou cada vez mais claro que a autoridade divina não deveria mais interferir na busca humana pela compreensão do mundo em que vivemos. Os rumos da fé deveriam ser outros. Tanto para Galileu quanto para Kepler, a natureza era, sem dúvida, obra de Deus. Mas o decorrer dos fenômenos naturais se dava sem a constante interferência divina. Por outro lado, a arquitetura cósmica podia ser descrita através de leis matemáticas precisas, essas sim, revelando algo da natureza de Deus.
Apesar de as origens do telescópio serem nebulosas, sabe-se que, em outubro de 1608, o holandês Hans Lipperhey entrou com um pedido de patente de um instrumento "capaz de visualizar objetos distantes como se estivessem perto" (mais detalhes da história no portal http://galileo. rice.edu/sci/ instruments/telescope.html). As novas rapidamente se espalharam pela Europa e, em meados de 1609, Galileu havia já construído o seu. Mesmo que outros tenham apontado o telescópio aos céus até mesmo antes de Galileu, foram as descobertas do italiano que mudaram a história.
Com o instrumento, ele viu que a Lua não era perfeita, e sim cheia de crateras e montanhas; que Vênus tinha fases, como a Lua; que Júpiter tinha quatro luas; que Saturno tinha "orelhas"; que a Via Láctea era uma enorme coleção de estrelas; e que o Sol tinha manchas na superfície. Nenhuma dessas descobertas confirmava o modelo de Copérnico. Mas, em conjunto, apoiavam a noção de que o Sol, e não a Terra, era o centro do cosmo.
Nesse meio tempo, Kepler trabalhava em Praga, decifrando os dados acumulados pelo grande astrônomo dinamarquês Tycho Brahe. Observando os céus ainda no século 16 e, portanto, sem o telescópio, Brahe usou seus instrumentos de alta precisão para mapear os movimentos dos planetas nos céus. Com muita paciência e genialidade, Kepler, um copernicano convicto, mostrou que Marte tinha uma órbita elíptica em torno do Sol. Nenhum outro modelo estava de acordo com os dados de Brahe. Em 1609, Kepler publica o seu livro "Astronomia Nova", no qual argumenta que a elipse, e não o círculo -como se acreditava desde os primórdios da astronomia-, descrevia o movimento celeste de Marte (e, mais tarde, de todos os planetas).
Prenunciando a lei da gravidade a ser descoberta por Newton, Kepler especulou também que alguma força emanando do Sol era a responsável pelas órbitas planetárias. É bom lembrar que ambos os cientistas basearam-se em descobertas feitas com novos instrumentos. Quando a tecnologia nos permite ver mais longe, mundos antes imaginários podem se tornar reais. E visões de mundo podem colapsar.

A importância da informática nos dias de hoje

A importância da informática nos dias de hoje, é além de ser um grande avanço tecnológico do qual seria bom todos terem acesso, mas também é muito usado e as vezes até "necessário" no mercado de trabalho atual.
Hoje em dia grande parte das empresas ou quase todas adotam o uso de máquinas (computadores) como principal fonte de trabalho.
Além da parte de que o mercado de trabalho hoje em dia adota essa "tecnologia", o uso da informática faz parte também de um novo aprendizado, uma nova evolução tecnológica da qual nos proporciona uma visão ampla no caso do uso da internet, uma grande facilidade de resolver coisas (sem sair de casa) e uma visão do mundo atual através de noticiários que estão disponíveis sempre para os interessados e curiosos.
http://www.slideshare.net/guestcb69a562/informatica-basica-3567263

segunda-feira, 4 de março de 2013

LEIAM , rs

No intervalo de uma palestra sobre informática se encontram no banheiro o Sr. Linus, Bill Gates e Steve Jobs. Após uma rápida passagem pelo mictório, o Sr. Linus lava cuidadosamente as mãos, se vira para Bill Gates e diz: - Nós, da Linux, somos perfeccionistas. Bill Gates também lava meticulosamente as mãos, tomando cuidado de esfregar bem entre os dedos e por baixo da unha. Lança um olhar desafiador para o Sr. Linus e exclama: - Nós, da Microsoft, somos perfeccionistas e detalhistas! Nesse momento, Steve Jobs, que estava dando as costas para a ridícula cena, se dirige à saída do banheiro. Ao uníssono, Linus e Gates lhe perguntam: - Steve, você não vai lavar as mãos? E Steve Jobs respondeu, secamente: - Nós, da Apple, não mijamos na mão !

A importância da Informática na Educação Básica !


A Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.
A Tecnologia não causa mudanças apenas no que fazemos, mas também em nosso comportamento, na forma como elaboramos conhecimentos e no nosso relacionamento com o mundo. Vivemos num mundo tecnológico, estruturamos nossa ação através da tecnologia, como relata KERCKHOVE, na Pele da Cultura “os media eletrônicos são extensões do sistema nervoso, do corpo e também da psicologia humana”.
De acordo com FRÓES “Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais: a multimídia, a Internet, a telemática trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa, ora como conseqüência, a um pensar diferente.”

BORBA (2001) vai um pouco mais além, quando coloca “seres humanos com mídias” dizendo que” os seres humanos são constituídos por técnicas que estendem e modificam o seu raciocínio e, ao mesmo tempo, esses mesmos seres humanos estão constantemente transformando essas técnicas.” (p.46)

Dessa mesma forma devemos entender a Informática. Ela não é uma ferramenta neutra que usamos simplesmente para apresentar um conteúdo. Quando a usamos, estamos sendo modificados por ela.

O principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao currículo escolar, está na utilização do computador como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada.


Segundo FRÓES: “A tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras ferramentas por vezes consideradas como extensões do corpo, à máquina a vapor, que mudou hábitos e instituições, ao computador que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia nos ajuda, nos completa, nos amplia... Facilitando nossas ações, nos transportando, ou mesmo nos substituindo em determinadas tarefas, os recursos tecnológicos ora nos fascinam, ora nos assustam...”  

Confira dicas de informática básica para concursos públicos


Possuir conhecimentos básicos de informática, além de melhorar a produtividade em tarefas no computador, como criar documentos e apresentações, também é pré-requisito em boa parte dos concursos anunciados em editais.
Nesta coluna, irei apresentar uma série de dicas de informática básica para concursos públicos.
Microsoft Word
O Microsoft Word é o editor de textos padrão do pacote Office. Por meio dele, é possível criar e formatar textos de acordo com padrões previamente definidos pelo usuário, elaborar artigos, apostilas, adicionar imagens, obter a correção ortográfica do conteúdo entre outras funcionalidades.
A cada nova versão do Office, são adicionadas novas funcionalidades ao editor e, consequentemente, são percebidas mudanças na sua interface. A barra de menus, a guia “Página Inicial”, é o principal ponto de acesso a outras funcionalidades do editor, pois nela é possível alterar facilmente o tipo e tamanho da fonte do texto e editar a formatação em que o conteúdo ficará disposto.
No topo da barra de menu estão disponíveis em guias mais recursos:
– Na guia “Arquivo” é exibido o menu referente à edição do documento, assim como opções de salvar, abrir um novo arquivo, enviar para impressora, enviar por e-mail, proteção, gerenciamento de permissões e compartilhamento;
– Na guia “Inserir” é possível adicionar quebra de página, tabelas, imagens, gráficos, links para conteúdo na internet e outros;
– Na guia “Layout da página” são feitos os ajustes da disposição do texto, orientação, margem, recuo e espaçamento de parágrafos;
– Na guia “Referências” estão presentes recursos essenciais para a produção de texto em que seja necessário adicionar elementos como: sumário, notas de rodapé, citações e bibliografia, legendas, índices e índice de autoridade;
– Em “Correspondência” estão disponíveis recursos para o envio de Mala Direta e integração com o Outlook (cliente de e-mail);
– Na guia “Revisão” estão disponíveis os recursos de ortográfica e gramática, dicionário de sinônimos, controle de alterações, comparação entre documentos, tradução e dispositivo de segurança;
– Na guia “Exibição” é possível configurar o layout de impressão, modo de exibição da página,  estrutura da página, exibir e gravar macros.
Dominar as teclas de atalho do Word, além de aumentar a produtividade, também pode garantir o acerto em algumas questões nas provas. O ideal é procurar memorizar o máximo de teclas de atalho possível e procurar usá-las ao máximo.
Para identificar a tecla de atalho de cada funcionalidade, uma dica é passar o cursor do mouse sobre o ícone. O programa exibe uma janela de diálogo com uma breve explicação sobre a funcionalidade, o seu nome e a combinação de teclas apropriada. Para obter mais detalhes na ajuda do Office, basta clicar em F1.